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terça-feira, 6 de novembro de 2018

Roza Shanina: O terror invisível que assombrou os nazistas durante a Segunda Guerra Mundial

Roza Shanina foi uma atiradora soviética que participou da Segunda Guerra Mundial e matou cerca de cinquenta e nove pessoas, incluindo doze soldados durante a Batalha de Vilnius. Shanina entrou para o exército após a morte de seu irmão em 1941 e se dedicou para ser atiradora na linha de frente. Elogiada pelo seu trabalho, Shanina era capaz de atingir precisamente seus inimigos.
Roza Shanina | Foto: Reprodução
Roza Yegorovna Shanina ( 3 de abril de 1924 – 28 de janeiro de 1945) foi uma franco atiradora soviética que aos 19 anos participou ativamente da Segunda Guerra Mundial, seus traços delicados, belos olhos e cabelos loiros ficam em segundo plano, pois sua capacidade de aniquilar inimigos a fez se tornar a primeira mulher a receber o título de Ordem da Glória, concedido pela Bielorrússia.

Se alistou ao serviço militar após perder o irmão e já iniciou como atiradora, logo mostrou seu diferencial devido sua capacidade de atirar em alvos em movimento e realizar dublês, quando dois alvos são acertados com apenas dois tiros simultâneos.Em 1944, um jornal canadense descreveu Shanina como “o terror invisível da Prússia Oriental”. Ela se tornou a primeira atiradora Soviética a ser condecorada com a Ordem da Glória.
Em 1944, um jornal canadense descreveu Shanina como “o terror invisível da Prússia Oriental”. Ela se tornou a primeira atiradora Soviética a ser condecorada com a Ordem da Glória.

De acordo com o relatório do Major Degtyarev, entre 6 e 11 de abril, Shanina matou 13 soldados inimigos. Até maio de 1944, seu registro aumentou para 17 mortes. Shanina foi elogiada por ser precisa e valente. No mesmo ano, em 9 de junho, o retrato de Shanina foi destaque na primeira página do jornal soviético Unichtozhim Vraga.
Fotografia colorida de Roza Shanina
Quando a Operação Bagration começou na região de Vitebsk, em 22 de junho de 1944, foi decidido que as atiradoras seriam retiradas. Elas voluntariamente continuaram a apoiar o grupo, e Shanina pediu para ser enviada para a linha de frente. Embora seu pedido tenha sido recusado, ela foi mesmo assim. Ela queria participar de um batalhão e se apresentar ao comandante do 5º Exército, Nikolai Krylov. Para isso, Shanina escreveu duas vezes para Joseph Stalin com o mesmo pedido.

Roza (à esquerda), Evdokia Krasnoborova e o correspondente de Guerra do Jornal "destruir o inimigo" Fridlyanski
Em seu diário, no dia 16 de janeiro de 1945, Shanina escreveu que, apesar de desejar estar em um lugar mais seguro, alguma força desconhecida estava puxando-a para a linha de frente. Ela também escreveu que não tinha medo e que concordou em ir a um combate corpo a corpo.
Roza Shanina e Alexndra Ekimova
Em 27 de janeiro Shanina ficou gravemente ferida enquanto protegia um oficial de artilharia que estava ferido. Apesar das tentativas de salvá-la, morreu no dia seguinte perto do estado de Richau. Ela foi enterrada debaixo de uma árvore de pera às margens do rio Alle – agora chamado de Lava.
Roza e seu líder A. Zaur
Ela morreu enquanto servia ao exército soviético, quando foi assassinada ao participar de uma barragem humana que visava proteger os inúmeros soldados feridos durante uma batalha da Segunda Guerra Mundial. 

A ela foi creditado a morte de 54 nazistas sendo 12 atiradores.


Roza faz parte do grupo de mulheres que fizeram história, que nunca seja apagada e que sirva de referência para todas as mulheres.

Fonte: Rare Historical Photos/RHP
Imagens: Rare Historical Photos


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4 comentários:

  1. Cumpriu sua missão....uma Guerra com tantas injustiças, como todas.

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  2. Pode ser mentira!
    Infelizmente, tudo que faz propaganda para um governo ou um exército comunista deve ser desconfiado!

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