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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Morte de Martin Luther King completa 51 anos

A morte do ativista Martin Luther King, assassinado em 4 de abril de 1968, completa 51 anos. Nascido em Atlanta, estado da Geórgia, em 1929, ele foi um dos principais líderes do movimento pelos direitos civis dos afro-americanos e defensor do pacifismo. Em um de seus mais conhecidos discursos feito para a milhares de pessoas em 1963, em Washington, nos Estados Unidos, Luther King bradou: “Eu tenho um sonho de que um dia, nas colinas vermelhas da Geórgia, os filhos dos antigos escravos e os filhos dos antigos dos donos de escravos poderão se sentar juntos à mesa da fraternidade”.
Estatua em homenagem a Luther King em Washington DC | Reprodução
Em 1964, o congresso americano aprovou a Lei dos Direitos Civis e King se tornou o mais jovem vencedor do Prêmio Nobel da Paz, aos 35 anos. No ano seguinte, foi aprovada também a Lei dos Direitos de Voto, suspendendo práticas que pudessem impedir cidadãos americanos de votar com base na cor de sua pele. A partir de 1965, King se dedicou à paz internacional com sua oposição à Guerra do Vietnã, e à luta pela distribuição de recursos econômicos aos mais pobres.
A ascensão de King e o avanço dos direitos da população afro-americana não foram vistos com bons olhos por todos, em um um país em que a segregação racial existia desde sua colonização, no século 17.

Martin Luther King foi assassinado, aos 39 anos. Ele levou um tiro enquanto estava na varanda de um hotel em Memphis, no estado do Tennessee. King se hospedava na cidade para apoiar a greve dos trabalhadores dos serviços sanitários. A vida desse grande líder da luta pelos direitos civis terminou aos 39 anos de idade. Mas o legado e os discursos permaneceram vivos na história e inspiram até hoje o combate ao racismo.

Sua viúva, Coretta Scott King, deu sequência a seu legado até sua morte, em 2006, e fundou em Atlanta o Centro Martin Luther King Jr., que funciona como memorial e centro de atividades.

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