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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

O reencontro entre um sobrevivente do Holocausto e o soldado que o libertou, em 2016.

O senhor à esquerda é um judeu chamado Joshua Kaufman, de 87 anos. Em 1945 ele era um dos internos no campo de concentração nazista de Dachau que, até então, já havia consumido 35 mil vidas. Um dia, o campo ficou quieto, os guardas não vieram e, de repente, Kaufman e seus amigos ouviram vozes. Correram e se esconderam dentro das latrinas, aguardando a morte. Eram vozes americanas.
Kaufman decidiu sair e a primeira pessoa que viu foi o homem da direita, Daniel Gillespie, hoje com 89 anos. Gillespie, que era operador de metralhadora na 42ª Divisão Americana, ficou chocado com aquele cadáver ambulante, imundo, ossos à vista, que ia em sua direção. Os dois se abraçaram e choraram.

Após a libertação de Dachau e o fim da guerra, ambos se separaram. Kaufman foi para Israel, onde foi soldado e depois emigrou para os EUA. Os dois nunca se reencontraram, apesar de viverem, sem saber, a apenas uma hora um do outro.

Como parte de um documentário, os dois foram reunidos.

Ao ver seu salvador, Kaufman disse “Eu te amo muito”, fez uma saudação, beijou suas mãos e, apesar da idade avançada, abaixou-se e beijou-lhe os pés.

Caso se interessem pelo documentário, procurem por: "A noite cairá"

Fonte da matéria: Dailymail

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2 comentários:

  1. São fatos humanos fortíssimos que nos dão a extensão da alma humana,e que devem fortalecer o valor da vida e do amor no respeito e humildade.Falar em espirito humano é pouco,muito não é compreendido,mas jamais vou esquecer de uma fase que ouvi de Chico Xavier,na sua casa,contou um acontecimento e já sabia que poucos acreditariam,pela limitação da fé ,disse"A poucos é dado o direito de saber"Obrigado por manter informações tão valiosas neste espaço

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  2. Em tempos tão estranhos, é muito bom poder lembrar que ainda somos humanos!

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