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terça-feira, 2 de julho de 2019

O Dois de Julho

A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.

Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.

Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.

Independência da Bahia

No dia 7 de setembro de 1822, dom Pedro I proclamou a independência em uma viagem de volta de Santos para São Paulo. Esse dia é considerado a data da emancipação do Brasil como nação, o dia da Independência. Entretanto, durante algum tempo ocorreram lutas em diversos pontos do território brasileiro contra tropas portuguesas, que defendiam a continuidade da dominação de Portugal sobre o Brasil. Essas lutas pela consolidação da independência prolongaram-se do final de 1822 ao final de 1823. Além do Rio de Janeiro, estenderam-se pelas províncias da Bahia (até julho de 1823), Pará (outubro de 1823), Maranhão, Piauí, Ceará (agosto de 1823) e Cisplatina, pois nessas províncias o contingente das tropas portuguesas era grande.

domingo, 23 de junho de 2019

A Lei Seca dos EUA

Desde o século XIX, várias lideranças políticas e religiosas dos Estados Unidos defendiam que as bebidas alcoólicas deveriam ser amplamente combatidas pelo governo. Muitos defensores da ideia, além de contarem com argumentos religiosos e morais, saiam por aí dizendo que a proibição das bebidas poderia ajudar no desenvolvimento da nação e poderia evitar o risco de autocombustão. No ano de 1917, essa possibilidade ganhou novos reforços.
Autoridades policiais realizando a apreensão de um carregamento clandestino de bebidas. | Reprodução
Nesse ano, os EUA entraram na Primeira Guerra Mundial contra as tropas alemãs e austro-húngaras. Os custos gerados pelo conflito exigiam que o país racionasse os alimentos de todas as formas possíveis. Assim, o gasto de trigo e outros cereais para a fabricação de bebida era algo a ser evitado. Além disso, havia outra justificativa nacionalista: consumir cerveja e vinho (bebidas típicas dos alemães) consistia em ato antipatriótico.

terça-feira, 4 de junho de 2019

O Dia-D

Em 6 de junho de 1944, mais de 150 mil soldados das tropas aliadas desembarcaram ao longo de um trecho de 50 milhas do litoral francês fortemente fortificado, para lutar contra a Alemanha nazista nas praias da Normandia. 
A fotografia 'Into the Jaws of Death' mostra as tropas americanas, parte da 1ª Divisão de Infantaria dos EUA, deixando um barco Higgins em Omaha.
O general Dwight D. Eisenhower chamou a operação de uma cruzada em que, “nós aceitaremos nada menos do que a vitória total”. Mais de 5.000 navios e 13.000 aeronaves apoiaram a invasão do Dia D e, ao final do dia, os Aliados ganharam um pé na Europa Continental. O custo do “D-Day” foi alto; mais de 9 mil soldados foram mortos ou feridos, mas seu sacrifício permitiu que mais de 100 mil soldados começassem a lentidão e dificuldade em toda a Europa, para derrotar as tropas de Adolf Hitler.