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segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

Quem foi George Orwell?

George Orwell era o pseudônimo de Eric Arthur Blair, nascido a 25 de Junho de 1903 em Motihari, na Índia Britânica, onde seu pai trabalhava para o império inglês no Departamento de Ópio do Serviço Civil.
Em 1911, mudou-se com sua mãe, francesa, e suas quatro irmãs para a Inglaterra. Estudou, inicialmente, na Escola São Cipriano, e posteriormente no Wellington College e no Eton College, os dois mais prestigiados internatos ingleses.

Em 1922, Orwell trabalhou em Burma (atual Myanmar), assumindo um posto na polícia do império. Atuou também como oficial sub-divisional em Twante, sendo posteriormente promovido a Assistente de Superintendência Distrital. Da experiência em Burma surgiram o romance “Burnese Days”, publicado em 1934, e vários ensaios.

Os nomes do Brasil

Os nomes do Brasil já geraram polêmica e mudaram por muitas vezes até chagar ao atual: República Federativa Brasileira.

Sabemos que nem sempre nosso país teve este nome, Brasil, e que esse já foi alvo de transformações gramaticais, como a mudança da grafia com “z” (Brazil) para a que usamos hoje, com “s”.


Com o descobrimento das terras do Atlântico Sul, pelo navegador português Pedro Alvares Cabral, em 22 de abril de 1500, o próprio navegador nomeou as terras vistas, inicialmente, como Terra de Vera Cruz, em grande parte devido à cruz da Ordem de Cristo, que as caravelas capitaneadas por Cabral ostentavam em suas velas. Mas, o relator das navegações cabralinas, Pero Vaz de Caminha, em sua famosa carta, usa a expressão Ilha de Vera Cruz, visto que os portugueses também acreditavam que a aquelas terras compunham parte de uma ilha que estava entreposta no Atlântico, separando a Europa das Índias.
O nome BRASIL só se consolidou no século XIX
Há uma polêmica entre historiadores quanto ao nome “Brasil”. Há uma interpretação tradicional que vincula este nome à árvore pau-brasil, largamente explorada no início da Colonização por conta da pigmentação avermelhada de sua madeira, que era usada para tingir tecidos. Aqueles que trabalhavam com a extração de pau-brasil foram chamados, desse modo, de brasileiros.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2020

O Grande Terremoto de Kanto que devastou o Japão, 1923.

O Grande Terremoto de Kanto, às vezes chamado de Grande Terremoto de Tóquio, abalou o Japão em 1º de setembro de 1923. A cidade de Yokohama foi atingida ainda pior do que Tóquio, embora ambas tenham sido devastadas. Foi o terremoto mais mortal da história japonesa. O terremoto teve uma magnitude de 7,9 na escala de magnitude momento, com seu foco nas profundezas da Ilha Izu Shima na Baía de Sagami. A causa foi uma ruptura de parte da fronteira convergente, onde a placa do mar das Filipinas está se subdividindo sob a placa de Okhotsk, ao longo da linha da calha de Sagami.
Uma visão da destruição em Tóquio, vista de cima do Imperial Hotel, que foi o único hotel na região que sobreviveu ao terremoto de 1923. “Uma boa idéia da tremenda devastação em Tóquio causada por terremoto e incêndio.” JH Messervey, de uma carta de 5 de março de 1924. Imagem de Tóquio e Yokohama, Japão, após o terremoto de 1º de setembro de 1923.
O número total de mortos pelo desastre é estimado em cerca de 142.800. O terremoto ocorreu às 11h58, tantas pessoas estavam preparando o almoço. Nas cidades construídas em madeira de Tóquio e Yokohama, incêndios culinários e gasodutos quebrados provocaram tempestades de fogo que corriam por casas e escritórios. Juntos, incêndio e tremores reivindicaram 90% das casas em Yokohama e deixaram 60% da população de Tóquio desabrigada. O Imperador Taisho e a Imperatriz Teimei estavam de férias nas montanhas e, assim, escaparam do desastre.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2020

Primeira Fotografia Colorida da História

Você já parou para pensar quem tirou, onde e como surgiu a primeira fotografia colorida do mundo? Então senta que lá vem história!

Mas antes, temos que tecer alguns comentários sobre o físico escocês James Clerk Maxwell. Graças aos seus estudos e curiosidade em interesses múltiplos, ele contribuiu não só para a fotografia, como para a ciência e teorias modernas de cientistas como Einstein.
James Clerk Maxwell foi um físico escocês conhecido por criar a teoria do campo eletromagnético. Embora acidentalmente, Maxwell foi o responsável por capturar também a 1ª fotografia a cores do mundo.
Em meados de 1800, Maxwell se debruçou em estudos sobre magnetismo, na composição dos anéis de Saturno e na formulação de equações que levaram a teoria da relatividade (Einstein agradece!). Graças a isso, ficou conhecido por unificar as observações sobre eletricidade, magnetismo e luz para a teoria clássica do eletromagnetismo.

Maxwell tinha também como paixão a poesia britânica, a qual se aventurou em escrever alguns versos. Fascinado pelas cores e como o olho humano as captava, acabou por fazer em casa uma “caixa de cor com 8 pés de madeira, que permitia a mistura de três cores primárias para criar outras matizes. Tudo isso veio de seu deslumbramento pelos diferentes tons do arco-íris e sua tentativa de teorizar e recria-los em diferentes combinações de luz vermelha, verde e azul.

quinta-feira, 26 de dezembro de 2019

As Grávidas de Auschwitz

Obra 'Os bebês de Auschwitz', de Wendy Holden relata a história real de três judias prestes a darem a luz, em um dos maiores campos de concentração da História.
Mães e filhos judeus durante a Segunda Guerra | Wikimedia Commons
Os bebês de Auschwitz, de Wendy Holden, conta a história de Priska, Rachel e Hanka, três jovens judias que chegaram grávidas no campo de concentração de Auschwitz, em 1944. Além de relatar as experiências pessoais dessas mulheres, a obra denuncia as atrocidades cometidas no período da Segunda Guerra Mundial. 

Antes da eclosão da Segunda Guerra, quando Hitler começou a impor restrições aos judeus, as três jovens viveram seus primeiros amores e se casaram, mesmo sob as ameaças do avanço Reich. Priska e Tibor, Rachel e Monik, e Hanka e Bernd, sonhavam em construir suas famílias e tinham esperanças pelo fim da guerra.