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quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Legado de HORROR do rei Leopoldo II - República Democrática do Congo

Durante duas décadas, entre o final do século XIX e o começo do século XX, o Estado Livre do Congo constituiu um reino privado sob o comando do rei da Bélgica, Leopoldo II. Sob a administração privada de Leopoldo II, a população do Congo sofreu uma drástica diminuição. Sem estatísticas oficiais da época, o que se tem hoje para dar a dimensão do massacre em massa cometido no Congo são as estimativas, que variam de 2 milhões a 13 milhões o declínio populacional durante o controle do rei Leopoldo II sobre o país.

Leopoldo II
Como no caso de tantas políticas genocidas levadas adiante no terceiro mundo, a brutalidade da exploração do Congo poderia ser comparada aos horrores provocados pelos nazistas na Europa. No entanto, justamente por não ter acontecido na Europa, a comoção é muito menor. Cinicamente, Leopoldo II conseguiu a concessão de um vasto território em torno da Bacia do Congo alegando razões de “caridade”. Trata-se de um retrato contundente do colonialismo europeu e do cinismo dos impérios da época, e de hoje.

Conferência de Berlim

Mesmo antes de assumir o trono, em 1865, Leopoldo II da Bélgica já tinha ambições de expansão colonial, levando adiante uma atividade lobista para tentar obter a concessão de algum território fora da Europa. Em 1885, o rei belga conseguiu a concessão do território que procurava.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

Roberto Landell de Moura - O gênio sem glória

Roberto Landell de Moura, ou o padre Landell, como gostava de ser chamado, é o exemplo clássico do cientista que trabalha num país incapaz de apreciar e apoiar seu trabalho. No caso, o Brasil do final do século 19. A despeito de sua posição na Igreja Católica, Landell jamais enxergou barreiras para o estudo das ciências. Para ele, não havia limites para onde a razão humana pudesse chegar. O espírito arguto em alguns casos o levou a ficar em rota de colisão com os líderes de sua fé, como quando mexeu com hipnotismo e espiritismo (o que lhe valeu uma repreensão formal das autoridades católicas). Contudo, sua mais notável contribuição à ciência foi nas telecomunicações, desenvolvendo diversos dispositivos devidamente patenteados, como um transmissor de ondas, um telefone sem fio e um telégrafo sem fio.


FORMAÇÃO
Landell nasceu em Porto Alegre, em 1861, mas a maior parte de seus estudos avançados se deu no exterior. Embora sua carreira científica tenha começado na Escola Politécnica do Rio de Janeiro, foi em Roma, na Itália, que ele se formou em física e química, além de teologia, sendo ordenado padre em 1886. De volta ao Brasil, prosseguiu nos estudos iniciados na Europa e no final do século 19 já fazia demonstrações notáveis de seus inventos.

Entre 1893 e 1894, Landell transmitiu a voz humana por meio de ondas eletromagnéticas a partir do Colégio das Irmãs de São José (hoje Colégio Santana), no alto do bairro de Santana, em São Paulo, até a Avenida Paulista, por uma distância de 8 km.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Sobre a Mulher - Jornal "A Cidade de Ytu" em 1904

Um recorte do Jornal "A Cidade de Ytu" ano 010, n. 738, 17 de janeiro 1904 fala sobre A MULHER.

Francelino Cintra, redator, e, João Pery de Sampaio, gerente.

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Abaixo o link com a fonte da noticia:

http://obrasraras.sibi.usp.br/xmlui/bitstream/handle/123456789/5983/A_Cidade_de_Ytu_ano10_n738_1904.pdf?sequence=1